Perguntas Frequentes

A EDUFU tem o prazer de participar de eventos organizados e patrocinados pelas diversas unidades da Universidade Federal de Uberlândia. Contamos com um catálogo amplo e alguns produtos com a marca UFU para prestigiar seu evento.

A participação fica sujeita à disponibilidade de agenda e de recursos orçamentários.

Conforme a Portaria R No 834/2006, a participação da EDUFU para os eventos realizados pela UFU está isenta de ônus, ou seja, a EDUFU não paga taxas ou inscrições para esses eventos. Do mesmo modo, a EDUFU não cobra por sua participação.

Solicitações e agendamentos podem ser feitos pelo email da coordenação administrativa edufu@ufu.br ou via SEI, com processos direcionados à EDUFU.

Passos para efetuar um pedido:

O primeiro passo é adicionar o(s) produto(s) ao Carrinho de Compras . Para que você adicione novo(s) produto(s) ao seu Carrinho de Compras é necessário que você acesse a página que contém os detalhes deste item. 

Depois de acessar a página com os detalhes de um determinado item, você deve preencher o campo quantidade e clicar no botão Comprar. 

Em seguida, será apresentado o conteúdo atual do seu Carrinho de Compras . Aqui ainda é possível alterar a quantidade de itens, remover um item bem como voltar às compras.

Para prosseguir, clique no botão Fechar Pedido. Clicando no botão Fechar Pedido serão solicitados os dados do cliente.

Preencha corretamente os campos Informações do Cliente e, logo após, clique em Finalizar Pedido. 

Se os campos foram preenchidos corretamente, você será direcionado para a página de Revisão. Nesta tela, serão listados todos os itens, seus valores e quantidades, o valor total do pedido, e os dados do cliente. Se tudo estiver correto, clique na opção Pagar no PagSeguro. 

Você será direcionado para a página de Confirmação de Pagamento do PagSeguro. Aqui é necessário escolher um meio de pagamento (Cartão de Crédito, Boleto, Débito Online ou Depósito em Conta) e confirmar os dados pessoais.

Certifique-se que está de acordo com os termos de Contrato do PagSeguro e clique em Confirmar Pagamento.

Boas compras!

PASSO A PASSO

  1. Elaborar um projeto e regimento definindo escopo, periodicidade, políticas editoriais e vinculação institucional;
  2. Convocar a equipe que integrará a comissão e o conselho editorial;
  3. Capacitar a equipe editorial sobre os processos editoriais e as plataformas de publicação;
  4. Realizar chamadas para publicações;
  5. Submeter os textos à verificação de antiplágio, revisão por pares, revisão gramatical, revisão de citações e referências e diagramação;
  6. Publicar, se eletronicamente, em um plataforma com endereço virtual fixo. Se físico, contratar a gráfica para a impressão;
  7. Após o segundo número publicado, solicitar ao IBICT o ISSN;
  8. Com o ISSN, iniciar a indexação em bases de dados e repositórios;
  9. Uma vez indexado, acompanhar as métricas de impacto e avaliações QUALIS.

INFORMAÇÕES RELEVANTES

A criação de periódicos científicos no âmbito da UFU não depende de aprovação ou serviços da EDUFU. Compete aos editores do periódico criarem e manterem a revista. O periódico pode operar sem qualquer chancela da EDUFU, como faz o Research on Biomedical Engineering vinculado a uma sociedade científica e editado por um docente da UFU.

Para fins de visibilidade institucional, é importante que a inicitiva tenha respaldo da unidade acadêmica ou administrativa. 

A EDUFU oferece às revistas chanceladas (veja nas perguntas frequentes) suporte que inclui a hospedagem na plataforma SEER/OJS além de orientações editoriais.

Recomendamos que consulte o Documento de Área de avaliação da CAPES as seções pertinentes aos periódicos acadêmicos de sua área. 

Outra recomendação é que, antes de se criar uma revista, participe dos cursos de Editoração de Periódicos Acadêmicos. São cursos de capacitação ou extensão oferecidos pela EDUFU em parceria com a Diretoria de Capacitação (Dicap) e Pró-reitoria de Extensão e Cultura (UFU). Essas atividades integram o Ciclo de Formação Editorial, iniciativa da EDUFU que visa qualificar a produção editorial da universidade.

Veja também nas Perguntas Frequentes:

O que é a chancela dos periódicos UFU?

A Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, cadastrada na Agência Brasileira do ISBN, é a única editora no âmbito da UFU reconhecida por seus órgãos superiores, por meio de portaria que autoriza e normatiza seu funcionamento, definido por Regimento próprio, aprovado pelo CONDIR.

Atualmente, a Edufu trabalha com os seguintes identificadores de obras:

  • ISBN (International Standard Book Number): somente para livros cuja publicação tenha sido aprovada pelo Conselho Editorial desta casa publicadora, após avaliação cega por pares devidamente nomeados pelo referido Conselho;
  • ISSN (International Standard Serial Number): no caso de periódicos, somente para aqueles aprovados pelo Conselho Editorial.
  • DOI (Digital Object Identifier): atualmente são atribuídos a artigos dos periódicos chancelados, podendo expandir sua utilização para outras publicações acadêmicas online que levem o seu selo editorial. As teses e dissertações despositadas no repositório institucional da UFU também recebem DOI com o prefixo EDUFU. Saiba mais: https://blog.even3.com.br/doi-issn-e-isbn/ 

EVENTOS

No caso de publicações relacionadas a eventos (anais, resumos, resumos estendidos. etc.), o ISSN deve ser obtido pelas próprias unidades acadêmicas junto ao Centro Brasileiro do ISSN (http://cbissn.ibict.br/).

Para isso, no formulário de solicitação, o campo “autor corporativo” deverá ser obrigatoriamente preenchido com “nome da Unidade/Universidade Federal de Uberlândia/UFU”.

Os dados da editora devem obrigatoriamente ser deixados “em branco”.

 

Por restrições regimentais, a EDUFU não publica anais ou materiais oriundos de eventos, tais como caderno de resumos, anais, proceedings ou similares. Mas seguem algumas dicas que podem ser úteis:

  • No caso de publicações relacionadas a eventos (anais, resumos, resumos estendidos. etc.), o principal identificador é o ISSN, visto ser considerado uma publicação periódica. O ISSN deve ser obtido pelas próprias unidades acadêmicas/organizadores do evento junto ao Centro Brasileiro do ISSN (http://cbissn.ibict.br/), que normalmente atribui o ISSN a partir do segundo número/fascículo já publicado eletronicamente.
  • O IBICT recomenda que o endereço eletrônico para os anais seja o mesmo, excluindo-se os endereços ou referências a anos ou realizações específicos. Desse modo, ao invés de  "XX Reunião Anual Brasileira de Paleografia" ou "www.xxrnbp.org", o melhor seria "Reunião Anual Brasileira de Paleografia" e "www.rnbp.org".
  • Recomendamos que verifique os requisitos CAPES para eventos e publicações de sua área acadêmica em http://avaliacaoquadrienal.capes.gov.br/documentos-de-area
  •  O ISSN é atribuído pelo título do evento seriado, que permanecerá o mesmo para todas as partes ou volumes da série. Opcionalmente, pode ser atribuído o DOI ou ISBN para cada fascículo ou número publicado, mas esses identificadores não agregam valor ao produto publicado, recomendando verificar o Documento de Área CAPES para certificar-se da necessidade deles. Quando um ISBN e um ISSN são atribuídos a mesma publicação, devem estar claramente identificados.

CONTEÚDOS
Recomendamos que os anais contenham:

  • Capa
  • Folha de rosto
  • Folha de créditos, ficha catalográfica e endereço de contato
  • Expediente: organizadores, revisores, conselho científico, diagramadores ou editores
  • Apresentação do organizador
  • Editais de convocação, normas para publicação ou os critérios de seleção dos trabalhos
  • Sumário
  • Resumos

Um exemplo de anais publicado é o que se segue nesse link.

CARACTERÍSTICAS DAS OBRAS EDITADAS PELA EDUFU

  • A EDUFU publica obras de interesse e relevância acadêmicos.
  • Teses e dissertações devem estar reformuladas para a publicação ao público específico, ou seja aos pares acadêmicos, aos discentes de graduação, à comunidade profissional da área ou ao público específico.
  • Os originais devem vir revisados tanto quanto à linguagem quanto às citações e referências. A EDUFU recomenda que essas revisões sejam feitas por profissionais que não sejam os próprios autores, preferencialmente por graduados em letras e biblioteconomia. O estilo de citações e referências recomendado é o da ABNT.
  • Por limitações técnicas, a EDUFU não publica obras em outras línguas a não ser o português.
  • A EDUFU prioriza o acesso aberto e a publicação eletrônica. Somente obras que haja comprovada demanda pela versão impressa será publicada em sua forma física.
  • Conforme Art. 111 da Lei n° 8.666/93 a cessão de direitos autorais à EDUFU é não onerosa. A título de cortesia, a EDUFU entrega entre 10 e 30 exemplares ao autor quando há uma versão impressa.
  • Os direitos de publicação poderão ser regidos sob licenças de acesso aberto, a exemplo a licença Creative Commons, cabendo o copyright dessa edição pertencer exclusivamente à EDUFU.

PROCESSO EDITORIAL

 Os passos são os seguintes:

  1. Preenchimento dos formulários e submissão dos originais em duas vias: uma com todos os indícios de autoria ocultos e outra versão completa.
  2. Verificação técnica do enquadramento da obra no escopo da editora e do edital, além de checagem prévia da qualidade da linguagem e das citações e referências.
  3. Submissão da obra ao protocolo antiplágio mediante softwares especializados.
  4. Envio da obra a, no mínimo, dois pareceristas externos à UFU com notório saber no assunto do livro.
  5. Apreciação da obra e dos pareceres pelo Conselho Editorial.
  6. Assinatura do contrato de editorial, se a obra for aprovada pelo Conselho.
  7. Revisão interna das revisões de língua portuguesa e de citações e referências.
  8. Diagramação com tratamento de imagens, paginação e desenho da capa.
  9. Emissão de ficha catalográfica, ISBN e outros indicadores bibliográficos.
  10. Impressão de uma prova a ser revisada pelo autor.
  11. Após a versão final ser aprovada para o autor, o livro é publicado eletronicamente e/ou encaminhado à gráfica para a impressão nos casos dos livros físicos.
  12. Uma vez lançada, a obra é divulgada nas mídias sociais, enviada cópias para o depósito legal e lançada em eventos.

O processo editorial, dependendo de vários fatores, leva entre 12 e 24 meses.

NOVAS SUBMISSÕES SUSPENSAS

Pelos motivos de reestruturação jurídica interna, reforma na gráfica, alto volume de livros sob processo editorial, as submissões para novas obras estão fechadas por decisão do Conselho Editorial.

EM BREVE EDITAL COM ORIENTAÇÕES DE PUBLICAÇÃO

As submissões, antes em fluxo contínuo, reabrirão em formato de editais.

O primeiro edital será para obras autorais frutos de pesquisa, excluindo dessa chamada as coletâneas de artigos e as obras didáticas.

 

A chancela editorial é o selo da qualidade aferido aos livros que passam pelo processo de publicação determinado pelas políticas editoriais.

Nas obras da Edufu a chancela é representada pela logomarca, prefixo de ISBN, projeto gráfico e página de crédito.A chancela Edufu, devido à sua vinculação com a Universidade Federal de Uberlândia, confere credibilidade e valor científico ao livro.

Para usá-la, é necessário a autorização do Conselho Editorial. O Conselho Editorial somente chancela obras que passam por avaliação anônima de conteúdo por, no mínimo, dois especialistas externos à UFU.

A obra estará chancelada após a aprovação pelo Conselho Editorial, cumpridas as etapas de revisão (de língua portuguesa e de citações e referências), diagramação e criação de capa segundo o projeto e a política editorial em vigor, inserção de ISBN com prefixo próprio da editora e a devida catalogação pelo Sistema de Bibliotecas UFU.

Com a chancela, a Edufu assume riscos e compromissos. Por isso, para garantir a integridade da obra chancelada, o copyright -- o direito de reprodução -- da edição chancelada (inclusive seu projeto gráfico) passa a ser exclusivo da Edufu, resguardando os direitos patrimoniais e morais do autor, conforme contrato.

O QUE É A CHANCELA?

A chancela da Edufu é o reconhecimento institucional da qualidade da revista, dando o direito a usar o selo da editora.O periódico continua vinculado à sua unidade originária, mas contará com o suporte da editora.

QUAIS OS BENEFÍCIOS  DA CHANCELA?

  • Reconhecimento institucional.
  • Apoio nas estratégias de captação de recursos, processo editorial, divulgação, indexação e avaliação.
  • DOI.
  • Diagramação em XML.*
  • Hospedagem no SEER/UFU.
  • Uso das folhas de estilos.Revisão de língua portuguesa.
  • Traduções e revisões em línguas estrangeiras.*
  • Serviço de antiplágio.
  • Portal de Periódicos da UFU.
  • Participação no Fórum de Editores de Periódicos.
  • Capacitação via Ciclo de Formação Editorial.
  • Filiação à ABEC – Associação Brasileira de Editores Científicos.
  • Suporte editorial.

* Sujeito a disponibilidade de recursos financeiros e humanos.

COMO SE OBTÉM CHANCELA?

Os requisitos para a obtenção e manutenção da chancela estão descritos pela Resolução CONDIR No.03/2007, a qual está em processo de atualização.Pelos novos critérios já definidos pelo Conselho Editorial da Edufu, a chancela será concedida e mantida ao periódico que observe os seguintes parâmetros:

I – ter aprovação do projeto pelo conselho da unidade a que estiver vinculado, contemplando:

a. relevância acadêmica devidamente justificada, contextualizando sua importância no cenário local, regional, nacional e internacional;

b. ter regimento próprio e normas de publicação aprovados pelo conselho da unidade a que estiver vinculado;

c. possuir conselho editorial e conselho consultivo ou similar, com abrangência nacional e internacional;

d. enviar à Edufu o relatório anual conforme prazo estabelecido pelo Fórum dos Editores de Periódicos;

e. possuir recursos físicos, humanos e materiais para condução dos trabalhos de secretaria e de organização do material a ser publicado;

f. ter edição on-line dos textos integrais, hospedada em servidor da UFU, no sistema de publicação em vigência e atualizado.

g. ter identificação ISSN – International Standard Book Number, e após a chancela empregar o DOI – Direct Object Identifier – conforme as políticas de identificadores da Edufu.

II – Observar a qualidade do conteúdo, tendo como base os critérios elencados abaixo:

a. obedecer normas da ABNT quanto à padronização da capa, lombada, datação, páginas pré-textuais, citações, referências e demais aspectos técnicos, respeitando-se especificidades das áreas. Poderá ser usada outra norma desde que especificada na política de submissão de artigos e que seja padrão em todos os textos do periódico.

b. estar listado no Qualis, nos extratos A ou B, exceto no caso de periódicos ainda não avaliados;

c. estar indexado em bases de dados ou repertórios da área;

d. evitar a endogenia, de forma a valorizar a participação de autores de outras instituições de cunho acadêmico/científico;

e. ter, no mínimo, cinquenta por cento de artigos científicos ou técnico-científicos publicados e gerados a partir de pesquisas originais, não divulgadas em outras revistas e, quando possível, artigos de pesquisadores de procedência estrangeira;

f. conter quantidade de artigos compatível com número estabelecido nos documentos de área da Capes.

QUAIS AS OBRIGAÇÕES DOS EDITORES CHANCELADOS?

Os editores dos periódicos deverão:

I – responsabilizar-se pelo cumprimento da política editorial definida para o periódico;

II – responsabilizar-se pela indicação de nomes para a composição do conselho consultivo e nomear pareceristas ad hoc, conforme o regimento do periódico;

III – organizar os pareceres e os processos de tramitação dos artigos recebidos pela revista;

IV – coordenar os trabalhos de compilação e edição dos números;

V – acompanhar o cumprimento dos trâmites institucionais de publicação do periódico;

VI – cumprir a periodicidade estabelecida,

VII – indexar a revista junto a instituições nacionais e estrangeiras;

VIII – responsabilizar-se pela adoção de identificadores (ISSN, DOI) e outros que se tornarem importantes para a boa avaliação do periódico;

IX – responsabilizar-se junto às suas unidades pelas traduções que forem necessárias;

X – enviar ao Conselho da Edufu relatório anual de desempenho aprovado pelo conselho da unidade ao qual o periódico se vincula;

XI – responsabilizar-se pela distribuição e acesso aberto e controle de assinaturas;

XII – acompanhar a arrecadação financeira do periódico sob sua responsabilidade;

XIII – disponibilizar ao Sistema de Bibliotecas da UFU os exemplares impressos necessários às permutas; eXIV – participar das reuniões do Fórum de Editores de Periódicos da UFU.

O QUE FAZER SE O PERIÓDICO PERDER A CHANCELA?

O Conselho Editorial da Edufu tem voto final sobre a manutenção da chancela.

Caso o periódico não cumpra mais os requisitos ou seus editores não se enquadrem nas obrigações, a chancela poderá ser revogada.

Sob discrição do Conselho Editorial o periódico poderá continuar a ser hospedado no SEER, mas não terá nenhum benefício da chancela, tampouco estará autorizado a utilizar o logotipo ou publicar sob a marca da Edufu.

Os editores poderão encaminhar recursos ao Conselho Editorial após realizarem as devidas adequações.

Os periódicos Edufu aderem às boas práticas de pesquisa, recomendando a adesão a políticas de conflito de interesses. Uma delas que serve como parâmetro para muitas revistas de acesso aberto encontra-se nas diretrizes da PLOS (Public Library of Science) sobre conflito de interesses.

O QUE REPRESENTA UM CONFLITO DE INTERESSES?

Um conflito de interesses é algo que interfira ou que possa, razoavelmente, interferir na apresentação objetiva e completa, revisão em pares, tomada de decisões editoriais, ou publicação de pesquisas ou artigos não teóricos enviados para a PLOS.

Os conflitos de interesses podem ser financeiros ou não financeiros, profissionais ou pessoais, e podem surgir em relação a uma organização ou outra pessoa.

Declarar todos os conflitos de interesses potenciais é uma exigência da PLOS e é integral à informação transparente sobre as pesquisas.

A falha na declaração de conflito de interesses pode resultar na rejeição imediata de um manuscrito. Se um conflito de interesses não divulgado vier à tona depois da publicação, a PLOS tomará medidas de acordo com as orientações do COPE e emitirá uma notificação pública à comunidade.

O QUE DECLARAR?

Todos os conflitos de interesses em potencial (ver abaixo) devem ser declarados se ocorrerem dentro do período de cinco anos de realização, ou preparação para publicação da pesquisa em questão.

Interesses fora do prazo de cinco anos também devem ser declarados se forem razoavelmente perceptíveis como conflitos de acordo com a definição acima.

Conflitos de Interesses financeiros

Conflito de Interesses financeiros incluem (mas não se limitam a):

  • Posse de ações ou quotas;
  • Emprego remunerado ou consultoria;
  • Participação no Conselho;
  • Pedidos de patentes (pendentes ou atuais), incluindo pedidos individuais ou pertencentes à instituição cujos autores sejam filiados e também possam ser beneficiados;
  • Bolsa de pesquisa (de qualquer fonte, limitadas ou ilimitadas);
  • Subsídios de viagem ou honorários por participar ou palestrar em reuniões;
  • Prêmios.

Conflitos de Interesses não financeiros

Conflitos de Interesses não financeiros incluem (mas não se limitam a):

  • Agir como perito;
  • Participar de algum conselho consultivo ou governamental;
  • Relação (remunerada ou não) com organizações e organismos de financiamento incluindo organizações não governamentais, instituições de pesquisa ou de caridade;
  • Participar de organizações de defesa ou lobismo;
  • Escrita ou consulta para empresas educacionais;
  • Relações pessoais (ex: amigo, cônjuge, membro da família, mentor atual ou anterior, adversário) com indivíduos envolvidos no envio ou avaliação da tese, como autores, revisores, editores, ou membros do conselho editorial da revista PLOS;
  • Convicções pessoais (políticas, religiosas, ideológicas, ou outras) relacionadas a tópicos da tese que possam interferir no processo imparcial de publicação (no nível de autoria, revisão em pares, tomada de decisões editoriais, ou publicação).

QUEM DEVE DECLARAR CONFLITOS DE INTERESSES?

Autores

Na hora do envio, autores devem indicar quais conflitos de interesses são relevantes para a pesquisa enviada. Estes incluem (mas não se limitam a):

  • Nomes de todas as fontes de financiamento;
  • Descrição do papel do financiador no design do estudo; coleção, análise, e interpretação de dados; escrita da pesquisa; e/ou decisão do envio para publicação;
  • Participar ou ter participado do conselho editorial da revista para a qual está enviando o trabalho;
  • Agir ou ter agido como perito em procedimentos legais relevantes;
  • Participar ou ter participou de um comitê para uma organização que possa se beneficiar da publicação da pesquisa.

Editores e revisores

Editores (profissionais ou acadêmicos, remunerados ou não) e revisores devem declarar seus próprios conflitos de interesses e, se necessário, devem se abster do envolvimento na avaliação do manuscrito.

Razões comuns para editores e revisores recusarem seu envolvimento na revisão em pares podem incluir (mas não se limitam a):

  • Trabalhar na mesma instituição ou organização que um autor, atualmente ou recentemente;
  • Colaborar com um autor, atualmente ou recentemente;
  • Ter publicado com um autor no período de 5 anos;
  • Ter realizado doações com um autor, atualmente ou recentemente;
  • Ter relações pessoais com um autor que não permita que o manuscrito seja avaliado objetivamente.

Leitores

Qualquer pessoa que comente os artigos publicados pela PLOS deve declarar todos os conflitos de interesses (financeiros ou não financeiros) na hora da postagem do comentário.

AÇÕES E DECISÕES EDITORIAIS

Editores da PLOS devem levar em conta todos os conflitos de interesses durante o processo de revisão e assegurar que os relevantes sejam declarados no artigo publicado.

Editores da PLOS não publicarão artigos comissionados ou outros não científicos se estiverem cientes de um conflito de interesses que, em sua opinião, possa introduzir preconceito ou uma percepção razoável de parcialidade.

Editores da PLOS não devem consultar revisores que tenham conflitos de interesses que, na opinião do editor, possam interferir com a revisão imparcial.

Ver este editorial para maior esclarecimento quanto aos conflitos de interesses: PLOS Medicine Editors (2008) Making Sense of Non-Financial Competing Interests. PLOS Med5(9): e199 doi:10.1371/journal.pmed.0050199.

O original em inglês pode ser acessado aqui.   

                                                                                        -- tradução de Vinícius Timm, estagiário EDUFU 2017

Esses títulos, de alguma forma, são relacionados com a Universidade Federal de Uberlândia, UFU. Alguns títulos estão esgotados, mas são facilmente encontrados em bibliotecas e sebos. Outros estão disponíveis para compra em nosso site, livraria e livreiros associados.

- PRIMEIROS TEMPOS: O INÍCIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA (DEPOIMENTO SOBRE FATOS E PESSOAS)

- FRAGMENTOS, IMAGENS, MEMÓRIAS

- UFU ANO 30: TROPEÇANDO UNIVERSOS

- RELATOS SOBRE A HISTÓRIA DA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA: FEMEC 50 ANOS

- PRÁTICAS ALTERNATIVAS PARA O ENSINO: RELATO DE EXPERIÊNCIA DO PET/BIOLOGIA - UFU

- DEMOCRACIA E JUSTIÇA DE TRANSIÇÃO

- QUESTÕES DE ÉTICA E DIREITO NA UNIVERSIDADE

- COTAS NA UNIVERSIDADE

- INVESTIGAÇÕES E SABERES: PSICOLOGIA EM MOVIMENTO

São vários livros sobre Uberlândia e região publicados pela EDUFU. Alguns deles estão esgotados, mas são encontráveis em sebos e bibliotecas.

Os títulos são:

- A NOVA POLÍTICA DE SAÚDE MENTAL EM UBERLÂNDIA

- A OESTE DAS MINAS: ESCRAVOS, ÍNDIOS E HOMENS LIVRES NUMA FRONTEIRA OITOCENTISTA - TRIÂNGULO MINEIRO 1750-1861

- CALEIDOSCÓPIO DE SABERES E PRÁTICAS POPULARES

- CAMINHO DAS PEDRAS: INVENTÁRIO TEMÁTICO DE FONTES DOCUMENTAIS (UBERLÂNDIA 1900-1980)

- CAMPO E CIDADE NO TRIÂNGULO MINEIRO

- CASOS PARA ENSINO: ARTICULANDO TEORIA E PRÁTICA EM ADMINISTRAÇÃO

- CIDADE DOS SONHOS MEUS: MEMÓRIA HISTÓRICA DE UBERLÂNDIA

- DANÇA DE RUA: CORPOS PARA ALÉM DO MOVIMENTO (UBERLÂNDIA 1970-2007)

- DO PÚBLICO AO PRIVADO, DO CONFESSIONAL AO LAICO: A HISTÓRIA DAS INSTITUIÇÕES ESCOLARES NA ITUIUTABA DO SÉCULO XX

- DONA BEJA: DESVENDANDO O MITO

- EDUCAÇÃO E HISTÓRIA CULTURAL EM COMUNIDADES RURAIS: TRAJETÓRIAS PERCORRIDAS, IDENTIDADES EM CONSTRUÇÃO

- ENCONTRO DE BANDEIRAS: AS FOLIAS DE REIS EM FESTA NO TRIÂNGULO MINEIRO

- ESCOLA E A VIDA NA CIDADE, A: O GYMNÁSIO MINEIRO DE UBERLÂNDIA (1929-1950)

- FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO NO TRIÂNGULO MINEIRO: INTEGRAÇÃO NACIONAL E CONSOLIDAÇÃO REGIONAL

- GAÚCHOS E MINEIROS DO CERRADO: METAMORFOSES DAS DIFERENTES TEMPORALIDADES E LÓGICAS SOCIAIS

- ÍNDIOS DO TRIÂNGULO MINEIRO: HISTÓRIA, ARQUEOLOGIA, FONTES E PATRIMÔNIO - PESQUISAS E PERSPECTIVAS

-   MEMÓRIAS, HISTÓRIAS E CRÔNICAS TIJUCANAS

- O BAÍA: UBERLÂNDIA EM CRÔNICAS

- O CASO JOÃO RELOJOEIRO: UM SANTO NO IMAGINÁRIO POPULAR

- O DIAMANTE LÍQUIDO: HISTÓRIA, MEMÓRIA E TURISMO NA CIDADE BALNEÁRIA DE ARAXÁ

- O ENSINO DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NA ESCOLA NORMAL: ENTRE O PRESCRITO E A REALIDADE ESCOLAR (UBERABA, MINAS GERAIS, 1928-1970)

- ONTEM AO LUAR: O COTIDIANO BOÊMIO DA CIDADE DE UBERLÂNDIA (MG) NAS DÉCADAS DE 1940 A 1960

- PERIFERARTE NA TERRA PROMETIDA: LAZER, ARTE E CONTROLE SOCIAL EM UBERLÂNDIA

- POLÊMICAS EM DEFESA DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO DE UBERLÂNDIA

- REPÚBLICA E IMPRENSA: AS INFLUÊNCIAS DO POSITIVISMO NA CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO DO PROFESSOR HONÓRIO GUIMARÃES

- RIO ARAGUARI PASSO A PASSO

- TECELAGEM MANUAL NO TRIÂNGULO MINEIRO, A: HISTÓRIA E CULTURA MATERIAL

- TRIÂNGULO MINEIRO, DO IMPÉRIO À REPÚBLICA, O: O EXTREMO OESTE DE MINAS GERAIS NA TRANSIÇÃO PARA A ORDEM CAPITALISTA

- UBERLÂNDIA REVISITADA: MEMÓRIA, CULTURA E SOCIEDADE

- UBERLÂNDIA: HISTÓRIA POR ENTRE TRILHAS, TRILHOS E OUTROS CAMINHOS

- VOZES DA CIDADE

Se seu texto foi publicado em um dos periódicos chancelados pela EDUFU, contate o editor e peça a retificação.

Caso seja DOI de livros, contate o Setor de Editoração.

O editor corrigirá os metadados do DOI, mas a atualização dos dados do Lattes ou OrcId não necessariamente ocorre de forma automática. Para sanar isso, basta reinserir o título, após a correção do DOI, no Lattes.